Quarta-feira, Maio 16, 2012
Meus Amigos,
Como Cidadão Barreirense – e só apenas nesta qualidade – estou muito preocupado com o futuro, a médio prazo, duma importantíssima e utilíssima Instituição Barreirense que é, sem qq dúvida, a Sta Casa da Misericórdia do Barreiro.
Vem isto a propósito do conteúdo do Ponto Único da Convocatória para uma Assembleia Geral Extraordinária da Irmandade, que a seguir se transcreve, no essencial.
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO BARREIRO
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA – CONVOCATÓRIA
No dia 26 de Maio de 2012, Sábado, pelas 20:00 horas, nas Instalações da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, na Rua Miguel Bombarda, Alto do Seixalinho, no Barreiro, irá realizar-se uma Assembleia Geral Extraordinária com a seguinte Ordem de Trabalhos:
PONTO ÚNICO:
Discutir e Decidir sobre a necessidade de autorizar a atribuição de poderes ao Senhor Provedor bem como ao Sr. Tesoureiro para celebração de Contrato de Financiamento perante o BES, até ao montante de 2.500.000,00 ( Dois Milhões e Quinhentos Mil Euros ), destinados a reforçar os Encargos com a construção da Unidade de Cuidados Continuados, dando como garantia o imóvel sede da Instituição, sito em Rua Miguel Bombarda, freguesia do Alto do Seixalinho, Concelho do Barreiro, bem como conceder-lhes poderes para procederem à assinatura de quaisquer documentos inerentes ao presente contrato de financiamento.
Se à hora indicada não houver quórum a Assembleia reunirá com qualquer número de Irmãos presentes, trinta minutos depois.
O Presidente da Mesa da AG ( José Duarte Varajão Alves Pereira )
Barreiro, aos 07 de Maio de 2012
( In JB de 11 de Maio de 2012 )
Caros Leitores, não faremos agora, aqui, qq tipo de comentários e/ou considerações sobre essa Convocatória.
A intenção foi, apenas, publicá-la.
Apenas pedimos que, sem qq tipo de ofensa, má educação ou comentários menos próprios ( os quais não serão publicados ) que se possam pronunciar, com elevação, educada e positivamente, sobre o conteúdo do Ponto Único plasmado na Convocatória.
O que muito agradecemos.
Nota: Evidentemente que concordamos completamente com o conteúdo das duas imagens que ilustram este Post.
É um facto inquestionável que a Instituição precisa permanentemente de Solidariedade e Voluntariado.
Por isso tivemos o cuidado - e quase a obrigação - de as colocarmos como ilustração, EM CONTRAPONTO com o assunto da Convocatória apresentada.
Um grande abraço para todos,
Zé do Barreiro.
Sexta-feira, Abril 20, 2012
O GOVERNO ANUNCIARÁ EM MAIO O AEROPORTO COMPLEMENTAR À PORTELA ( Para intensa actividade e trânsito de aviões low cost )


Meus Amigos,
Está quase !
O Governo deverá anunciar em Maio qual será o aeroporto complementar à Portela, uma decisão que terá como base as conclusões de um relatório que está a ser elaborado por um grupo de trabalho.
Recorde-se que, há cerca de duas semanas, o semanário SOL avançou que alguns agentes económicos de grande peso estavam a influenciar o Governo de Passos Coelho, quanto à possibilidade de 'instalar' o novo aeroporto em Alcochete.
O relatório do grupo de trabalho que está a estudar a viabilidade da existência de um aeroporto complementar em Lisboa, onde será instalada a base da companhia aérea de baixo custo (low cost), a easyJet, deverá ser entregue ao Governo até ao final de Abril.
O Executivo deverá depois, durante o mês de Maio, anunciar a sua decisão sobre o novo aeroporto complementar.
Segundo um despacho publicado em Diário da República a 20 de Janeiro, o grupo de trabalho tinha 90 dias para apresentar as suas «conclusões e recomendações» ( esse prazo terminava hoje, dia 20 de Abril ).
De acordo com o despacho, o estudo deverá analisar a «viabilidade da utilização das infra-estruturas aeroportuárias existentes pelo tráfego aéreo civil, de forma complementar ao aeroporto de Lisboa», tendo em conta o investimento mínimo necessário, a “determinação dos custos e proveitos da exploração aeroportuária e análise financeira do projecto” e a «análise do potencial de contribuição para o desenvolvimento do tecido empresarial, em especial no sector do turismo».
O estudo deverá ainda incluir uma «avaliação do nível de atractividade para as companhias aéreas, por forma a maximizar a captação de rotas, companhias e passageiros» E VERIFICAR SE EXISTEM FACTORES AMBIENTAIS QUE POSSAM INVIABILIZAR a sua utilização pelo tráfego civil.
Está quase !
O Governo deverá anunciar em Maio qual será o aeroporto complementar à Portela, uma decisão que terá como base as conclusões de um relatório que está a ser elaborado por um grupo de trabalho.
Recorde-se que, há cerca de duas semanas, o semanário SOL avançou que alguns agentes económicos de grande peso estavam a influenciar o Governo de Passos Coelho, quanto à possibilidade de 'instalar' o novo aeroporto em Alcochete.
O relatório do grupo de trabalho que está a estudar a viabilidade da existência de um aeroporto complementar em Lisboa, onde será instalada a base da companhia aérea de baixo custo (low cost), a easyJet, deverá ser entregue ao Governo até ao final de Abril.
O Executivo deverá depois, durante o mês de Maio, anunciar a sua decisão sobre o novo aeroporto complementar.
Segundo um despacho publicado em Diário da República a 20 de Janeiro, o grupo de trabalho tinha 90 dias para apresentar as suas «conclusões e recomendações» ( esse prazo terminava hoje, dia 20 de Abril ).
De acordo com o despacho, o estudo deverá analisar a «viabilidade da utilização das infra-estruturas aeroportuárias existentes pelo tráfego aéreo civil, de forma complementar ao aeroporto de Lisboa», tendo em conta o investimento mínimo necessário, a “determinação dos custos e proveitos da exploração aeroportuária e análise financeira do projecto” e a «análise do potencial de contribuição para o desenvolvimento do tecido empresarial, em especial no sector do turismo».
O estudo deverá ainda incluir uma «avaliação do nível de atractividade para as companhias aéreas, por forma a maximizar a captação de rotas, companhias e passageiros» E VERIFICAR SE EXISTEM FACTORES AMBIENTAIS QUE POSSAM INVIABILIZAR a sua utilização pelo tráfego civil.
( Né, Amigo Diógenes do Barreiro ? )
Em Novembro do ano passado, o Governo anunciou a criação de um grupo de trabalho para definir a localização da base da companhia aérea ‘low cost’, easyJet.
O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, afirmou, na altura, que as bases militares de Sintra, Alverca e Montijo eram opções em que o estudo se iria «intensificar», ressalvando que não estava posta de parte a hipótese de serem avaliadas outras possibilidades.
Recorde-se que um dos requisitos que consta do memorando com a troika é considerar infra-estruras já existentes e que, segundo anunciou o secretário de Estado dos Transportes durante um congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Transporte Ferroviário, esse requisito será cumprido.
No entanto, o governante não descartou, de todo, a possibilidade de, no futuro, se escolher o Campo de Tiro de Alcochete para construir o aeroporto.
A existência de uma infra-estrutura aeroportuária complementar ao aeroporto de Lisboa representa um regresso à chamada solução ‘Portela + 1’, estudada em 2007.
Amigos, aguardemos, pois. É que a decisão está prestes a ser conhecida.
Excelente fim de semana,
Zé do Barreiro.
A existência de uma infra-estrutura aeroportuária complementar ao aeroporto de Lisboa representa um regresso à chamada solução ‘Portela + 1’, estudada em 2007.
Amigos, aguardemos, pois. É que a decisão está prestes a ser conhecida.
Excelente fim de semana,
Zé do Barreiro.
Domingo, Abril 01, 2012
UM AEROPORTO PARA AVIÕES LOW COST UTILIZANDO A BASE AÉREA Nº 6 DO MONTIJO,SERÁ UMA BOA SOLUÇÃO PARA O BARREIRO ?OU SERÁ MELHOR A SOLUÇÃO PARA SINTRA?


Meus Amigos,
Iremos dividir este tema em duas partes.
A primeira, apresentando um resumo/respigo de notícias vindas a publico em vários OCS sobre a matéria, pelo menos desde Setembro de 2011.
A segunda, uma opinião do vosso Amigo Zé sobre tudo isto, que como se sabe, vale sempre o que vale.
I - A localização do novo aeroporto low cost está a gerar uma acesa disputa de bastidores entre o Montijo e Sintra ( Granja do Marquês ), os locais mais bem colocados para receberem o novo investimento que em Abril será decidido pelo Governo.
As estratégias têm sido, porém, diferentes. Do lado de Sintra, o presidente da Câmara, Fernando Seara, tem apostado tudo no poder turístico da região e na aproximação à Ryanair e à Easy Jet.
Segundo se sabe de fontes fidedignas, o autarca tem mantido contactos com aquelas duas operadoras.
Isto porque as empresas low cost terão peso na decisão do Governo que aguarda o relatório de um grupo técnico constituído em Janeiro.
«O Governo não pode obrigar as empresas low cost a sair da Portela por causa da Lei da Concorrência. Elas é que podem aceitar ir pra outro aeroporto», explica uma fonte do sector, sublinhando que a questão turística é das mais importantes para as operadoras.
Já a estratégia da presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, tem sido unir as autarquias da região na defesa de investimentos na zona. Além disso, segundo fontes ligadas ao processo, as boas acessibilidades da margem Sul e o baixo custo da obra – o aeroporto no Montijo custaria pouco mais do que 100 milhões de euros - são os principais argumentos.
Peça essencial neste processo tem sido o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, que assumiu o lugar de coordenador deste “movimento” do Sul. Em declarações publicas, admite que tem feito alguns contactos com outros autarcas sobre esta matéria. No entanto, admite ser ainda um defensor pessoal do novo aeroporto em Alcochete/Canha ( cá o Zé está 200% de acordo ! ).
Mas como esta possibilidade está afastada devido à frágil situação financeira do país, diz apoiar as soluções que passem pela Península de Setúbal, em concreto, no caso da construção do novo aeroporto no Montijo.
O grupo de autarcas da margem Sul tem usado ainda como argumento junto do Governo os empreendimentos turísticos em curso: grupos como o BES, a Sonae, o Pestana, Amorim Turismo e o dono da Semapa, Pedro Queirós Pereira, têm investimentos na região, perfilando-se como aliados de peso.
A estes, junta-se um ainda mais activo, o presidente da Lusoponte, Ferreira do Amaral, que confirma ser do interesse dessa empresa que o novo aeroporto se situe na margem Sul, pois vai trazer mais tráfego para as pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, das quais a empresa do grupo Mota-Engil é concessionária.
Admite que tem tido contactos com os autarcas da região, principalmente por causa da nova ponte, mas o tema do aeroporto acaba sempre por surgir.
Tal como se sabe, em Setembro de 2011, a Lusoponte está a dinamizar o processo de construção de uma ponte entre o Barreiro e o Montijo, de modo a alimentar o tráfego da ponte Vasco da Gama. A construção da ponte poderia ser incluída nos acessos do aeroporto, refere Ferreira do Amaral.
A ponte custaria cerca de 80 milhões de euros, estando a Lusoponte disposta a partilhar com o Estado as receitas adicionais do tráfego da ponte Vasco da Gama.
Se na decisão do Governo pesar a sensibilidade política das câmaras municipais da zona, ganhará a Granja do Marquês, pois conta com as autarquias de Cascais, Oeiras, Sintra e Mafra, todas do PSD. Já na opção Montijo, prevalecem as autarquias comunistas (como Alcochete, Barreiro, Seixal, entre outras), com excepção da própria cidade, que é do PS.
Além de Sintra e Montijo estão também em análise as opções Alverca, Monte Real e Beja, tendo a Ota e Alcochete sido abandonadas pelo Executivo. No entanto, o facto de Monte Real e Beja serem muito longe de Lisboa, e de Alverca ter graves problemas ambientais colocaram-nas em piores condições. A disputa resume-se, assim, a Sintra e Montijo.
II - Cá o Zé está tentado a defender a alternativa para a Granja do Marquês.
Para não mencionar outras componentes, pretendemos ficar pela ambiental em que se deverá ter em consideração, por exemplo, a ameaça aos flamingos, aos corvos do mar, às garças e aos maçaricos de bico direito, todas as espécies protegidas por lei.
Defendemos e entendemos, portanto, que a Granja do Marquês (Sintra) tem condições mais apropriadas e convenientes para receber este novo aeroporto.
Apesar dos lobbies serem fortíssimos, tanto da Lusoponte, como da Mota Engil (A16), a alternativa Sintra é, sem a menor dúvida, a melhor escolha. Em Sintra, encontra-se a 1ª base aérea com uma pista com 1.800 metros, com uma enorme área de expansão; condições atmosféricas excelentes; impacto ambiental mínimo; localizada a 30km (+/-), fazendo com que a gestão do espaço aéreo da zona seja mais eficiente e mais descongestionado. Também tem a alternativa para se entrar em Lisboa sem ser a pagar, com a IC19 e várias estradas municipais.
Se o aeroporto for para a Margem Sul, necessitar-se-á de se gastar dinheiro na construção de uma hipotética ponte ( Barreiro – Montijo ??? ), fazendo crescer o lobby da já “consagrada” Lusoponte e das maiores construtoras civis de Portugal.
Também, não há alternativas para se entrar na Capital sem ser a pagar; fica a menos de 10km do Aeroporto da Portela ( uma dor de cabeça para a gestão do espaço aéreo sobre Lisboa ) e o impacto ambiental será maior.
Por tudo isto, E SEM A MENOR DÚVIDA, que a Granja do Marquês é a melhor alternativa.
Para concluir, cito um Amigo de muitos anos, de pseudónimo “Diógenes do Barreiro”, Capitão da Força Aérea Portuguesa que, até 2003, foi o principal Oficial responsável por toda a manutenção das aeronaves C-130 no Montijo e que conhece profundamente a Base Aérea.
Como, também, ali desempenhou as funções de Oficial director da Qualidade e Ambiente teve acesso a informações importantes, que fundamentam o que afirma:
“ … Ora esta solução é dramática para a cidade do Barreiro porque coloca o “enfiamento” da pista onde iria amarrar a 3ª Travessia do Tejo, o que além de inviabilizar definitivamente esta obra, mais grave ainda, coloca por cima da nossa cidade as aterragens e descolagens de aeronaves Low Cost, que como é publico têm deficiente manutenção, criando um risco de acidente e alterando a qualidade de vida da população.
É isto que os barreirenses querem? … “
Agora, pergunta o v/ Amigo Zé: Porque não se consulta e pede a opinião de pessoas que realmente estão bem por dentro dos assuntos ?
Um resto de um excelente fim de semana para todos,
Zé do Barreiro.
Quarta-feira, Março 07, 2012
O QUE É QUE OS ESTIMADOS BARREIRENSES PENSARÃO SOBRE ESTA ABERRAÇÃO, CONCRETAMENTE PARA O CASO DO BARREIRO ?

Meus Amigos,
Sabiam que deverão ser extintas cerca de 1500 das 4259 freguesias existentes em Portugal ?
E QUE O BARREIRO IRÁ, OBVIAMENTE, COMER POR TABELA ?
Pois bem, o Governo aprovou em 02 de Fevereiro, pp, uma proposta de lei que estabelece as regras para a redução do número de freguesias, uma alteração legislativa que faz parte da reforma da Administração Local.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, esta proposta de lei consagra "a obrigatoriedade da reorganização administrativa do território das freguesias" e dá início ao "processo de reorganização administrativa do território dos municípios, desde já se incentivando a sua fusão".
Existem atualmente 4259 freguesias e deverão ser extintas cerca de 1500, segundo disse recentemente o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, através de um processo de agregação em que que são atribuídos incentivos financeiros às freguesias que se agreguem.
O diploma aprovado em 02 de Fevereiro, que seguirá para discussão e votação no Parlamento, constitui "o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica, estabelecendo os objetivos, os princípios e os parâmetros da regionalização administrativa territorial autárquica" e define e enquadra "os termos da participação das autarquias locais na concretização desse processo".
As linhas gerais da reforma da Administração Local foram aprovadas no início de Setembro do ano passado. Na altura, o Governo anunciou que o número de freguesias iria ser reduzido e que seriam dados incentivos para a fusão de municípios.
O ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, justificou o facto de o Governo extinguir freguesias e não extinguir municípios invocando que o Programa de Assistência Económica Financeira a Portugal não o impunha, determinado apenas a extinção de autarquias.
Aguardamos, com legitima expectativa, os oportunos e competentes comentários dos nossos estimados Leitores – PRINCIPALMENTE DOS BARREIRENSES - sobre tão aberrativo diploma,
Zé do Barreiro.
Sábado, Fevereiro 18, 2012
QUE MAIS NOS IRÁ ACONTECER ( AO PARTIDO SOCIALISTA ) ?

Meus Amigos,
E esta “novela” continua, agora com novos episódios.
E, sabemos, que não acabará tão cedo, já que se prevêm outras divulgações bombásticas para muito breve.
Mas estamos a falar de quê ?
Aí vai. Um pequeno resumo do Correio da Manhã de hoje.
« SACO AZUL PAGA A MINISTROS DO GOVERNO SÓCRATES
A manchete do Correio da Manhã deste sábado afirma que o Governo liderado por José Sócrates usava cartões de crédito para deixar as despesas sem rasto.
O diário salienta ainda que Gabriela Canavilhas, antiga ministra da Cultura, tinha um plafond no valor de cinco mil euros. »
Não querendo ser fastidioso, recomento aos nossos Leitores a leitura do Jornal, onde se pode analisar a notícia completa.
Tenho pena do António José Seguro.
Já não bastava estar a “pagar” com a assinatura do acordo com a “Troika” ( que ele não assinou ).
Está, agora, confrontado com estes casos miseravelmente vergonhosos, os quais estão a dar trunfos, como sopa no mel, ao Governo do PSD/CDS.
Para quando uma varridela das “ maçãs podres”, já sugerida, cá pelo Zé, por e-mail, ao Gabinete do meu Secretário Geral ?
Entendo que, somente após haver uma total e radical varridela é que, concretamente, se poderá implantar, efectivamente, O NOVO CICLO que todos os Socialistas desejam e que o Tó Zé Seguro pretende implementar no PS.
Não há outra hipótese.
Tenham todos um fim de semana agradável, na medida do possível,
E esta “novela” continua, agora com novos episódios.
E, sabemos, que não acabará tão cedo, já que se prevêm outras divulgações bombásticas para muito breve.
Mas estamos a falar de quê ?
Aí vai. Um pequeno resumo do Correio da Manhã de hoje.
« SACO AZUL PAGA A MINISTROS DO GOVERNO SÓCRATES
A manchete do Correio da Manhã deste sábado afirma que o Governo liderado por José Sócrates usava cartões de crédito para deixar as despesas sem rasto.
O diário salienta ainda que Gabriela Canavilhas, antiga ministra da Cultura, tinha um plafond no valor de cinco mil euros. »
Não querendo ser fastidioso, recomento aos nossos Leitores a leitura do Jornal, onde se pode analisar a notícia completa.
Tenho pena do António José Seguro.
Já não bastava estar a “pagar” com a assinatura do acordo com a “Troika” ( que ele não assinou ).
Está, agora, confrontado com estes casos miseravelmente vergonhosos, os quais estão a dar trunfos, como sopa no mel, ao Governo do PSD/CDS.
Para quando uma varridela das “ maçãs podres”, já sugerida, cá pelo Zé, por e-mail, ao Gabinete do meu Secretário Geral ?
Entendo que, somente após haver uma total e radical varridela é que, concretamente, se poderá implantar, efectivamente, O NOVO CICLO que todos os Socialistas desejam e que o Tó Zé Seguro pretende implementar no PS.
Não há outra hipótese.
Tenham todos um fim de semana agradável, na medida do possível,
Zé do Barreiro.
( NOTA: A pedido de “várias famílias”, acrescenta-se imagem fac-simile da notícia completa publicada no Correio da Manhã, para que não exista qq dúvida )
Terça-feira, Janeiro 31, 2012
O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DO EX GOVERNO SÓCRATES PARECE QUE ESTÁ “ENGALICADO” …

Amigos.
Já é demais.
Não vos parece ?
Chiça!
Ora analisem esta notícia saídinha hoje mesmo.
Já é demais.
Não vos parece ?
Chiça!
Ora analisem esta notícia saídinha hoje mesmo.
Ministra pede a PGR para investigar práticas ilícitas na Justiça
Numa entrevista ao DN, Paula Teixeira da Cruz disse ter encontrado muito maus negócios com sinais de ilicitude e contratos de arrendamento que entende serem injustificados.
A ministra da Justiça pediu ao Procurador-geral da República para investigar suspeitas de práticas ilícitas na gestão dos anteriores titulares da pasta da Justiça.
Em entrevista ao Díário de Notícias, Paula Teixeira da Cruz revelou a intenção em clarificar indícios de gestão danosa nas contas deste ministério.
A titular da pasta da Justiça disse ter encontrado muito maus negócios com sinais de ilicitude, isto após ter denunciado em Novembro no Parlamento indícios de crime em parcerias publico - privadas na área da Justiça.
Teixeira da Cruz, que confirmou que já ter enviado estes casos para a Procuradoria-geral da República, lamentou ter encontrado contratos de arrendamento que entende serem injustificados e que estão a ser renegociados.
Sem nunca falar em gestão danosa, a titular da pasta da Justiça apontou o dedo ao anterior Governo pelos contratos lesivos para o Estado e garantiu que a renegociação de contratos nos últimos seis meses já levou a uma poupança de seis milhões de euros.
Paula Teixeira da Cruz sublinhou ainda a intenção em baixar a despesa com o apoio judiciário, que está a custar mais de 50 milhões de euros por ano ao Estado.
Esta ministra quer também introduzir alterações no sistema penal, uma vez que a reforma feita em 2007 teve como objetivo responder ao processo Casa Pia.
Na entrevista ao DN, a titular da pasta da Justiça criticou ainda a reforma da Acção Executiva foi um «fracasso absoluto» e classificou-a de «cancro do faça-se justiça» e disse querer leis mais simples e justiça mais rápida.
Sobre o seu cargo, Paula Teixeira da Cruz disse nunca ter hora para o sair do ministério, sentindo-se numa «prisão domiciliária com muito poucas saídas precárias».
Sindicato dos Magistrados do Ministério Público enaltece coragem da ministra da Justiça
O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público enaltece a coragem da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, por ter pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a suspeita de crimes de gestão danosa em alguns negócios do ministério por parte dos anteriores titulares da pasta.
João Palma afirma à Antena1 que agora é preciso aguardar pela atuação da PGR para que a investigação avance rapidamente.
Amigos Leitores, o que é que será que isto vai dar ?
O que será que a PGR irá mais descobrir ?
Nota: Alberto Martins é actualmente membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista.
Tenho muita pena do Secretário Geral do meu partido de sempre.
O qual continuarei a apoiar, inequivocamente. Sempre.
E dá-me imensas “dores de estômago” terem que ser Ministros do PSD a descobrir e a denunciar publicamente este tipo de situações, passadas com dirigentes de topo do Partido Socialista.
Como no Post anterior.
Só para que conste.
Zé do Barreiro.
Quarta-feira, Janeiro 11, 2012
DUAS NOTÍCIAS … DO CATANO. VAI LÁ VAI … CHIÇA !!!


Meus Amigos,
Como que em homenagem ( de quando em vez dá-me para isto … ) a um Leitor Anónimo que enviou um comentário para o Post anterior e que foi publicado em 06 Janeiro, 2012 16:04, decidimos publicar duas notícias, recentíssimas, que vão ao encontro clara e inequivocamente àquilo que escreveu no seu texto.
Que se transcreve.
“... os outros ignorantes que hoje estão a parasitar o ps já se arrantavam-se na mama de poder chupar tudo até ao tutano.
foram pessoas como eu e muitos outros que trabalharam para que o PS ganha-se a CMB.
Hoje, nem um autoculante eu iria distribuir! e tudo por esta cambadas de parasitas oportunistas, desempregados, incompetentes e xulos que se alujou no PS! ”
Certinho e direitinho.
Ora analisem e concluam.
Acompanhando as imagens que ilustram o Post, é claro.
I. Primeira notícia:
Parque Expo negoceia despedimento colectivo com trabalhadores
Plano de reestruturação do grupo Parque Expo prevê a saída de 82 colaboradores até ao final de 2012 e 79 trabalhadores em 2013.
As negociações entre a administração da Parque Expo e a comissão de trabalhadores já se iniciaram. O objectivo da empresa é que saiam 82 pessoas em 2012, e mais 79 colaboradores em 2013. Ou seja, em dois anos sairão 161 pessoas, para que, no final de 2013, a empresa esteja pronta a ser extinta, como pretende o Ministério do Ambiente, liderado por Assunção Cristas.
O plano já foi apresentado à tutela, que não prestou qualquer informação sobre o mesmo, nem sobre a extinção da Arco Ribeirinho Sul, cujo fim foi decretado publicamente – e que deveria acontecer até ao final de 2011. Mas não há, ainda, convocatória para a dissolução da empresa.
O processo da Frente Tejo, outra empresa pública que o Governo quer fechar, já está mais avançado, tendo o ministro adjunto Miguel Relvas ficado com a tutela para assuntos ainda a tratar.
A extinção da Parque Expo é, no entanto, mais morosa, na medida em que há vários projectos em curso e vários contratos a resolver, nomeadamente a nível internacional. Assunção Cristas nomeou a administração da empresa com o mandato expresso de realizar as acções necessárias que conduzam à extinção da Parque Expo no final de 2013.
John Antunes, presidente nomeado e que era director financeiro da Parque Expo, já apresentou o plano à tutela e aos trabalhadores.
A Parque Expo diz que a tutela está a apreciar o plano de reestruturação do grupo para o período de 2012-2013, que "visa executar um plano de adequação de recursos humanos, um plano de alienação de património e um plano de alienação de participações financeiras, tendo em vista a minimização do esforço financeiro do accionista Estado e a extinção da Parque Expo".
Despedimento colectivo para assegurar subsídios
A Parque Expo informou os trabalhadores e a tutela de que "a cessação dos contratos de trabalho será efectuada mediante o recurso ao despedimento colectivo". Fonte oficial da Parque Expo explicou que não é viável o recurso a um processo de revogação dos contratos de trabalho por mútuo acordo "sem que um número muito significativo de trabalhadores veja limitado o acesso ao subsídio de desemprego".
Assim, optou pelo despedimento colectivo. A base de negociação é a compensação de um salário por cada ano trabalhado, mas sabe-se que os trabalhadores estão a tentar subir a parada, contabilizando-se para efeitos de indemnização outros benefícios.
O plano da Parque Expo prevê a saída de 161 pessoas. "Nesta primeira fase, proceder-se-á à cessação dos contratos de trabalho dos colaboradores da direcção de prospecção e concepção que não estejam afectos a trabalhos em curso e, bem assim, à cessação de contratos de outros colaboradores das restantes áreas da empresa em resultado de acção de adequação dos meios humanos no novo âmbito reduzido de actividade da empresa", explica a Parque Expo no plano entregue aos trabalhadores a 7 de Dezembro.
Depois desta exaustiva prosa sobre tão importante e pertinente assunto que são, sempre, despedimentos de pessoas com familías constituidas e encargos para cumprir, uma pergunta terá de se colocar.
CAROS AMIGOS, QUAL É A VERDADEIRA JUSTIFICAÇÃO PORQUE TERÃO DE HAVER DESPEDIMENTOS DE 161 TRABALHADORES NA PARQUE EXPO, ATÉ FINAIS DE 2013 ?
Quando foi à audição parlamentar da Assembleia da República, a ministra apresentou contas para mostrar que a Parque Expo não é viável e que só acumula dívidas, pelo que não é comportável.
“A Parque Expo tinha em Junho 2011 mais de cinco milhões de euros de dívida. Facilmente chegará aos 10 milhões até final do ano”, afirmou na altura.
Para Assunção Cristas, “não há grandes benefícios” em se manter a empresa, “pelo contrário, perdeu-se muito dinheiro”.
De acordo com as contas apresentadas pela ministra, metade das empresas do grupo Parque Expo dão prejuízo, que não é colmatado pelo lucro das restantes.
Nos negócios a nível internacional, apenas os que envolvem Angola e a China é que dão algum lucro, todos os seis restantes dão prejuízo à Parque Expo. ( vêr primeira imagem que ilustra o Post )
II. Segunda notícia:
Os dois ex-governantes do governo Sócrates, da segunda imagem que ilustra este Post, deviam servir de exemplo da hipocrisia, do destempero orçamental, do malabarismo palavroso e da pouca-vergonha.
Durante o consulado de José Sócrates tiveram nas mãos a pasta da Justiça. Tudo fizeram para desacreditar a magistratura que perseguiram profissionalmente, cortando-lhes no vencimento mais do que seria razoável e de modo iníquo em virtude de uma sanha pessoal e particular inexplicáveis. Particularmente o da esquerda, José Magalhães que mostrou à saciedade o pendor execrável de uma personalidade política .
Pois bem, no auge da sanha persecutória, a associação profissional dos juízes quis saber os gastos dos ministérios em pequenos perks, tipo telemóveis, ajudas de custo para almoçaradas, etc, etc.
Primeiro, negaram ilegitimamente o acesso à informação, mostrando de que categoria é a democracia que apregoam.
Agora sabe-se porquê:
Dispunham ambos de um cartão de crédito com um "palfond", cada um deles, superior ao que cada magistrado ganha, em líquido ( o cartão também era líquido ).
Acresce que nem eram sequer os únicos titulares desses cartões de crédito pagos por todos nós. Também os seus chefes de gabinete gozavam desse privilégio soviético, de casta. Por mês, só naquele ministério, em cartões de crédito, a despesa potencial ( seria bom saber com que justificação legal) era de cerca de 16 mil euros, pagos por todos nós.
A par desses cartões vergonhosos tinham ainda, como escreve o Correio da Manhã, "uma espécie de saco azul para almoços e jantares de ministros, Secretários de Estado e chefes de gabinete."
Especificando e concretizando:
Além de cartões de crédito com plafonds exorbitantes, o gabinete do ex-ministro da Justiça de José Sócrates, Alberto Martins, tinha também um fundo de maneio de 4500 euros para fazer face a despesas com almoços e jantares em representação do Estado. Com este fundo, e de acordo com documentos a que o CM teve acesso, de Janeiro a Junho do ano passado foram gastos, só em refeições, quase 5900 euros acima do previsto.
Já o fundo de maneio do gabinete do secretário de Estado da Justiça era de quatro mil euros. De Janeiro a Junho de 2011, a despesa com refeições foi de mais de 8500 euros, acima também do previsto.
Em Junho, altura de eleições, José Magalhães, em almoçaradas e jantaradas torrou mais de 3 500 euros à nossa custa.
A responsabilização criminal destes indivíduos para quando será assacada ? É que o crime de peculato tem algo que se lhe diga.
Ah! E já me esquecia: estes dois têm fama de pertencerem a lojas maçónicas. Como não serão da Mozart nem do Salieri nem consta que sejam músicos de câmara, o Expresso e o Público não se indignam pela promiscuidade.
São da boa maçonaria...
Vai lá vai …
Chiça !!!
Zé do Barreiro.


