A DIVIDA ESCONDIDA COM ELEFANTE ( DOS GRANDES ) DE FORA !!!

Meus Amigos,
Como que na forma de uma resposta ao comentário do meu Amigo e Camarada Fernando Pereira, postado no Post anterior, cá vai aquilo que entendi publicar, neste momento, sobre tão pertinente como actual assunto.
Faço-o, também, como que uma singela homenagem a este Socialista que considero um dos genuínos guerreiros defensores intransigentes da Democracia, concretamente no Distrito de Setúbal.
São respigos de uma intervenção do Dr. Medina Carreira, proferida muito recentemente, com algumas intromissões cá do Zé.
Então aí vai “cardume”.
O antigo ministro das Finanças defendeu que os governantes dos últimos dez anos deveriam ser julgados pelo estado em que deixaram o país, relativizando o caso da dívida escondida da Madeira.
"Quem pôs o país de pantanas também devia ir aos tribunais", disse o antigo ministro
“Estamos com as baterias contra o Dr. João Jardim (...), mas temos muita gente que à frente dele devia sentar-se no banco dos réus. As pessoas que puseram este País no estado em que está deveriam ser julgadas”, disse Medina Carreira, durante uma tertúlia na Figueira da Foz.
Questionado por Fátima Campos Ferreira, anfitriã da tertúlia Conversas do Casino, sobre se o caso madeirense devia ser do foro penal, Medina Carreira respondeu: “Não só a Madeira. Quem pôs o país de pantanas como está, se houvesse lei aplicável, também devia ir aos tribunais”.
Defendeu ainda que uma eventual acção judicial deveria incidir sobre os governantes dos últimos dez anos. “Era seleccioná-los, porque houve uma data de mentirosos a governar”, argumentou.
Medina Carreira alegou que o caso da Madeira “só existe” porque Portugal “chegou ao estado de abandalhamento completo” e que a questão só foi tornada pública dado o período eleitoral na região autónoma.
“É muito o fruto de haver eleições agora. Se não houvesse isto passava relativamente bem”, afirmou.
Segundo Medina Carreira “antes da Madeira, houve várias Madeiras” em Portugal.
“Por toda a parte se nota que falta dinheiro aqui e ali. Rouba-se aqui. Rouba-se acolá. Nunca ninguém é julgado. Nunca ninguém presta contas. Eu atribuo uma importância relativa à Madeira”, sustentou.
Sobre eventuais novas “surpresas” em termos de dívida escondida, Medina Carreira disse que em Portugal “tudo é possível em matéria de dinheiro” num Estado “onde realmente não há rigor, não há seriedade, não há verdade”, sublinhou.
Entende cá o Zé que, ao ritmo a que se vão descobrindo vários buracos financeiros ( quase semanais ) talvez tenha de se alterar a imagem deste Post.
Talvez meter mais um ou dois elefantes ( dos grandes ) debaixo do tapete.
Bem escondidinhos, é claro.
Abraço para o Fernando Pereira e cumprimentos para os restantes Amigos.
Zé do Barreiro.
São respigos de uma intervenção do Dr. Medina Carreira, proferida muito recentemente, com algumas intromissões cá do Zé.
Então aí vai “cardume”.
O antigo ministro das Finanças defendeu que os governantes dos últimos dez anos deveriam ser julgados pelo estado em que deixaram o país, relativizando o caso da dívida escondida da Madeira.
"Quem pôs o país de pantanas também devia ir aos tribunais", disse o antigo ministro
“Estamos com as baterias contra o Dr. João Jardim (...), mas temos muita gente que à frente dele devia sentar-se no banco dos réus. As pessoas que puseram este País no estado em que está deveriam ser julgadas”, disse Medina Carreira, durante uma tertúlia na Figueira da Foz.
Questionado por Fátima Campos Ferreira, anfitriã da tertúlia Conversas do Casino, sobre se o caso madeirense devia ser do foro penal, Medina Carreira respondeu: “Não só a Madeira. Quem pôs o país de pantanas como está, se houvesse lei aplicável, também devia ir aos tribunais”.
Defendeu ainda que uma eventual acção judicial deveria incidir sobre os governantes dos últimos dez anos. “Era seleccioná-los, porque houve uma data de mentirosos a governar”, argumentou.
Medina Carreira alegou que o caso da Madeira “só existe” porque Portugal “chegou ao estado de abandalhamento completo” e que a questão só foi tornada pública dado o período eleitoral na região autónoma.
“É muito o fruto de haver eleições agora. Se não houvesse isto passava relativamente bem”, afirmou.
Segundo Medina Carreira “antes da Madeira, houve várias Madeiras” em Portugal.
“Por toda a parte se nota que falta dinheiro aqui e ali. Rouba-se aqui. Rouba-se acolá. Nunca ninguém é julgado. Nunca ninguém presta contas. Eu atribuo uma importância relativa à Madeira”, sustentou.
Sobre eventuais novas “surpresas” em termos de dívida escondida, Medina Carreira disse que em Portugal “tudo é possível em matéria de dinheiro” num Estado “onde realmente não há rigor, não há seriedade, não há verdade”, sublinhou.
Entende cá o Zé que, ao ritmo a que se vão descobrindo vários buracos financeiros ( quase semanais ) talvez tenha de se alterar a imagem deste Post.
Talvez meter mais um ou dois elefantes ( dos grandes ) debaixo do tapete.
Bem escondidinhos, é claro.
Abraço para o Fernando Pereira e cumprimentos para os restantes Amigos.
Zé do Barreiro.