RECEBEMOS ESTE COMENTÁRIO DE UM DOS NOSSOS ILUSTRES LEITORES AO QUAL DECIDIMOS - E NÃO RESISTIMOS - EM DAR A “HONRA” DE POST.
É QUE, PELA IMPORTANCIA, ACTUALIDADE E ACUIDADE DO TEXTO NÃO PODIAMOS TER OUTRO PROCEDIMENTO.
TAMBÉM TEM ALGUMA GRAÇA QUE NOS AJUDARÁ , OBVIAMENTE, A COMPREENDER ASSUNTOS SÉRIOS … MUITO SÉRIOS !!!
AQUI VAI E … DIVIRTAM-SE.
II
É com o maior prazer que participo pela 2ª vez neste verdadeiro espaço de debate em que todos defendem o Barreiro e apresentam provas de terem feito o "trabalho de casa".
É neste ambiente de sã convivência democrática que aqui lanço - dada a inesperada profusão de atropelos, atentados e confusão de identidades(confeso que me diverte) que lanço agora - muitas mais tormentas e embaraços.
0- As últimas brisas do arroto na Ordem dos Economistas levam a pensar no outlet de Alcochete e e e e e e ....nas "migrações das aves" e nas reservas e no que estão a fazer na costa Oeste, na Foz do Arelho, em Tróia (em que o Senhor Primeiro fez questão de quebrar o mito de carregar no botão)na ETRI, no incomensurável desprezo pela Arrábida, nas urbanizações do Parque Sintra Cascais. Será que o homem quando foi para o Ambiente foi mesmo para isto?
E quanto vale este inenarrável homem de volumosa sobrancelha preta, com e sem braços e pernas e o outro cenourinha pequenino que nem confirma os números antes de prometer publicamente empregos às pessoas despedidas no dia anterior e o duende que aparece e desaparece para dizer que os miúdos antes do 12 pagam moderadora ou talvez não e brinca com transplantes hepátics pediátricos e a tipa que nem sobrancelhas tem e se retirou da ribalta com ar de badbed e sobrancelha riscada a lápis e a falta de nível e a falata de esclarecimento e o "não respondo". Não responde? o que é isto?
1- Assistam à sebenteza e fluida azeitice do representante no Debate da Nação -RTP (julgo que já foi ruivo,careca, louro ou ...)a elogiar o Sarkozy tendo anteriormente defendido com cunhas e pentes La Sególene.
Diz o próprio que a afirmação é um exemplo da sua pluralidade e non radicalismo.
Bom, quem - deputado da naçao no Parlamento Europeu - precisa de provar publicamente que não é um radical, usa uma disparatado argumento destes ... e chama colegas de esquerda aos outros, ou está a gozar (como sempre) ou depende da convicção que propulsiona o seu gosto pelas gravatas, tons de cabelo, casaquinhos fatelas e profundas esperanças de que ninguém - mesmo ninguém - se lembre do que aconteceu na sua actuação a Norte ... Whatever(seja o que for, para os europeus) e muitas águas passaram debaixo das pontes (basculantes para os de Matosinhos).De morrer a rir se não fosse tão triste. Principalmente num espaço da RTP que surpreende e em que(entre Anacoreta Correia,Paulo Rangel, António Filipe e Fernando Rosas) é o único interveniente inútil e bacoco de tão formatado e kiss -the - ass, nose on the air, ugly like no other ..smely on the tele.
2 - A "very fashionable" Governadora Civil de Lisboa que gosta de mudar de chapéus - de penas - quando decreta convictamente uma data, a todos os níveis irresponsável e incompreensível, para as eleições autárquicas e é completamente, publicamente, declaradamente - a Roseta é de pedra - desautorizada para a seguir, numa questão de dias- aparecer leve e ligeira no lançamento da campanha do candidato do PS para afirmar - como gracinha - que está ali noutra condição com "outro chapéu". Já nem vou à tradicional expressão sobre a conduta da mulher de César ...era um elogio. Governa-se. À civil.
3 - O comentário é irresistível. Portugal tem uma quantidade de anos. É, assim, tipo o estado nação mais antigo deste mundo.
Ou seja, é velho como o caraças e já toda a gente por aqui andou à porrada.Mas pontes dinamitadas, acho que temos poucas!
Fizemos pontes imensas. Longas. Virtuais. Muito antes das corridinhas clintonianas no Calçadão ou do honorável e repeitável desprezo chinês pelas passadinhas mediáticas avençadas rum à página primeira da subvenção.
Dinamitámos muitas pontes em África e noutros sítios, como os corações e outras tretas.
Mas construímos mais.
De pontes, sabemos e não temos medo. Por um lado há por cá muitas pontes romanas (com milhares de anos, para ser preciso "é só...fazer as contas".
Depois foi uma ponte a norte, no meio dos rios, que causou dezenas de mortos e levou à demissão de um Ministro que hoje brilha incólume, política e socialmente e exige comportamentos exemplares de todos os outros sem alguma vez afirmar que o que tanto o indignou continua sem resposta. Ou seja,que se foda a ética que as "areias" hão de acalmar, o povo é sereno, a memória é curta e "quem se meter com o PS leva!". O espaço não poderia ter melhor designação : a quadratura do círculo.Desculpe ??
Mas perigosos, perigosos são os aeroportos. Que fazem caír as pontes. Ou ao contrário, são as pontes que não deixam crescer os aeroportos.
Seja como for, nunca a Sul, jamé., jamé, jamé - segundo um tipo que o ministro conhece e que diz que é je ne sê cuá ou quelque merde comme çá e que lhe disse que a sul jamé. Ah e tal os outros estudos dizem que é caro como o caraças, não se justifica, é mais demorado. Nien. O meu estudo é melhor que o teu.
Mau, mau, é esta gente do Sul achar que Oscar Niemeyer, arquitecto, poeta e um dos génios da arquitectura e urbanismo vinha agora fazer aqui o genial e deslumbrante trabalho que fez em Brasília (capital do Brasil, para Ministro das Obras Públicas)
Obra de um tipo que, para além de ser "mesmo arquitecto" revolucionou a capital de um país com 600 milhões de habitantes e, ainda por cima, falava com qualquer comum mortal que lhe ligasse.
Percebo o Ministro. Não queremos cá disso.
A sul é que jamé.Jamé.Jamé. Até porque, após exaustivo brifieng e data colecting near de Large of Mouse Bureau , chegámos à conclusão que "O Sul é muinta perigoso ...o terrorismo ..." e não sei quê ...Sempre foi.A sul é que não". Existe um sério perigo de uma dinamitação na Ponte.
Fica o Norte cortado do Sul e as outras duas pontes não servem para nada.E o Norte cortado do Sul é uma espiga de todo o tamanho. Já viu?
Mais.O próprio Afonso Henriques foi vítima da moura e infiel "estratégia transversal"-ET.
Dá- se uma espadeirada no meio do país, e prontos. Já está!
Se bem se lembram, antes da Ponte Salazar, em 1967, o país estava um caos, em pânico. Tinhamos que ir dar uma gana volta.
Obra dos mesmos terroristas que nos querem pôr de gracioso rabo para o ar.
Por isso é que mandámos as pessoas para África. De férias. Em segurança e com uns jogos de aventura, praia, paint-ball e assim. Ali sim, havia gente, hospitais, cidades, hotéis...
Mais. O próprio Aeroporto de Lisboa foi construído junto a pastos de rebanhos, sem acessos e vivalma, longe de tudo e de todos, só para disfarçar. Para "fazer honra e glória à ilustre pátria de Salazar" e aos espiões e malta assim que inad hoje se reúne e levanta os braços para o céu.
O melhor momento que tivemos a seguir foi chamar Sá Carneiro a um aeroporto no Porto, em homenagem a um 1º Ministro que morreu num desastre de aviação.
Bom cartão de visita e excelente estímulo.
Tal como chamar Titanic a um cais de embarque para cruzeiros ou Dutroux a um Jardim de Infância.
É uma afirmação muito perigosa vinda de quem vem.Ai, essa coluna marota que nunca deixou de se "endireitar". Ai, os jornalistas que apanharam o único que falou depois do estatelanço no "deserto".
4 - Nem "O Príncipe", cartilha claramente premonitória do futuro deste governo, defende a defesa do indefesável.
5 - Todos valemos mais.Já chega!!!
Os Óscares para os piores filmes, para os que pior vestem, têm a graça que têm, são o que são.Revistas de sala de espera.
Responsáveis pelo Governo de um país em que se morre à fome, se nasce (ou morre) a caminho, em que a esperança está fatalizada, em que o medo e o desemprego "dinamitam" silenciosamente reformas duras e "incomparticipadas" não podem - com aquele sorriso insuportável- dedicar-se a fazer gracinhas.
É indecoroso. Como a do DR(?) Francisco Assis, deputado da nação no parlamento europeu e representante um debate da televisão estatal:
"O Ministro estava a fazer uma piada. Então não se podem fazer pidas sobre o Sul só se podem fazer piadas sobre o Norte ....?"
Quando a argumentação chega a este nível - tal como as muitas expressas neste espaço - fica tudo por fazer.
NOta: Faltam poucos dias para terramoto (não é metáfora política, é uma realidade geológica).Informem-se e espero que todos os que merecem, sejam felizes.
Arrivederci.
TAMBÉM PARA SI,