A PONTE CHELAS/BARREIRO - O ENGº MÁRIO LINO NUNCA ME DESILUDIU, E AINDA NÃO VAI SER DESTA QUE O IRÁ FAZER

Esta infra-estrutura, destinada a assegurar a ligação do comboio de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, poderá vir a ser também rodoviária se os estudos de tráfego o aconselharem, afirmou o ministro dos Transportes, Mário Lino, em Novembro de 2006.
Dessa opção vai depender a localização da estação do comboio de alta velocidade em Lisboa, que poderá ser uma extensão da gare do Oriente, no caso da ponte ser apenas ferroviária, ou levar à construção de uma nova estação em Chelas-Olaias no caso de se tratar de uma travessia também rodoviária.
Mário Lino, que falava em conferência de imprensa após a sessão pública de apresentação das Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, explicou que a decisão está dependente dos estudos de tráfego que estarão concluídos NO FINAL DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2007.
"A estação em Lisboa vai depender do tipo de ponte que vamos ter no corredor Chelas-Barreiro, que ainda não está decidido se será apenas ferroviária ou também rodoviária", afirmou Mário Lino. O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações adiantou ainda que uma terceira solução será dotar a ponte de uma plataforma rodoviária para activar no futuro quando for necessária.
O Engº Mário Lino diz claramente que a ligação Chelas-Barreiro pode incluir travessia rodoviária, não descartando irremediável e definitivamente essa componente, como aconteceu com afirmações recentes da sua Secretária de Estado e de outras personalidades com responsabilidades no projecto desta infra-estrutura.
Para aqueles que defendem que a Ponte Chelas – Barreiro deveria ter apenas a componente ferroviária ( sem a rodoviária ) devido ao facto da enorme afluência de automóveis que passariam a entrar em Lisboa e no Barreiro, cá o Zé desmonta essa “teoria” em duas pinceladas.
A EXISTÊNCIA DUMA COMPONENTE RODOVIÁRIA NA TERCEIRA TRAVESSIA DO TEJO SERVIRÁ, SEM QUALQUER ESPÉCIE DE DÚVIDAS, PARA DESCONGESTIONAR O TRÁFEGO RODOVIÁRIO DAS PONTES 25 DE ABRIL E VASCO DA GAMA.
A DISTRIBUIÇÃO/FLUIDEZ TOTAL DO TRÁFEGO RODOVIÁRIO A ENTRAR ( E SAIR ) EM LISBOA E BARREIRO SERÁ RIGOROSAMENTE IGUAL ÀQUELA QUE ACTUALMENTE SE FAZ PELAS DUAS PONTES EXISTENTES.
ESSA FLUIDEZ DE TRÁFEGO SERÁ SUBSTANCIALMENTE MELHORADA QUANDO A COMPONENTE RODOVIÁRIA DA T.T.T. ENTRAR EM EXPLORAÇÃO. O que se fazia com duas pontes, passará a fazer-se com três pontes …
Os carros – e as pessoas - serão sensivelmente os mesmos. A nova situação que irá acontecer é que as pessoas que vivem no Concelho do Barreiro tomarão um percurso mais directo, em lugar de andarem “às voltas” pelas outras duas alternativas, como acontece actualmente.
Isto será muito difícil de perceber ?
Portem-se bem,
Zé do Barreiro.